LIDERANÇA HÍBRIDA E O DESAFIO DA COORDENAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.57108/iesj.2026.6-1.4Palavras-chave:
liderança híbrida, empowerment, liderança informal, organização informal, gestão de pessoasResumo
O presente estudo objetivou analisar o impacto da descentralização da função administrativa, impulsionada pelo empowerment e pelo avanço tecnológico, sobre os papéis da Liderança Formal e Informal no contexto dos modelos de trabalho híbrido e home office. A metodologia adotada foi a pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa, sustentada nas obras de referência da Teoria Geral da Administração (TGA), Gestão de Pessoas (GP) e Comportamento Organizacional, com foco em autores como Chiavenato (2014; 2017), Pupo (2019), Treff (2019), Presti & Mendes (2023) e Serpa, Guerra & Gonçalves (2025). Os principais resultados demonstram uma redefinição do papel da liderança: o líder formal migra de controlador de processos para coordenador de sinergia, utilizando controles dinâmicos para integrar resultados a distância. Esta nova função exige o domínio de sistemas de gestão por objetivos e competências (Treff, 2019). O líder informal, por sua vez, emerge como o principal agente de coesão social, garantindo a manutenção dos usos e costumes e das normas sociais da organização informal (Chiavenato, 2014), preenchendo o vácuo de orientação cotidiana criado pela ausência física. As considerações finais apontam que o sucesso dos novos modelos de gestão reside na capacidade da Administração de harmonizar a racionalidade formal com a espontaneidade informal, garantindo que o capital intelectual se converta em valor agregado e competitividade (Chiavenato, 2014; 2017).
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